Perfil: de volta aos bancos escolares

A toalha de crochê com “ponto correntinha”, em rosa e vermelho sobre a mesa, dá lugar à caneta, à borracha, à régua, ao lápis e à apostila de geografia, a primeira matéria do Ensino de Jovens e Adultos a ser superada por Ivone Fachini, que retoma os estudos após 34 anos longe dos bancos escolares.
Com a turma de 15 alunos, Ivone se reúne todas as segundas-feiras para aprender. A aula começa às sete e meia da noite, mas ela prefere chegar à sala de aula da Escola de Educação Básica Professor Hermínio Heuzi da Silva, às sete horas, para tirar dúvidas. Como fez com o trabalho de escala geográfica. No dia seguinte à aula, ao começar as lições de casa, após os serviços domésticos, não conseguia aplicar as orientações passadas pelo professor Laudir, a quem elogia pelo método de ensino. Os números pareciam não colaborar, nem as medidas feitas com presteza, no mapa indicado para a tarefa, ajudavam a solucionar as questões.
– Nossa. Eu sabia tudo na aula. Mas no outro dia em casa, quando comecei a estudar, não conseguia fazer. Não tinha jeito de lembrar o que o professor tinha ensinado.
A dúvida persistia e os cálculos não fechavam. Então, Ivone decidiu ir em busca do conhecimento. Procurou o professor na escola e depois de novas orientações, voltou para casa e refez todos os exercícios. Durante uma semana, repetiu diariamente os mesmos cálculos. Mas ainda não estava perfeito. O conhecimento em escalas era pouco. Desta maneira, na semana seguinte, às sete da noite, no período que os estudantes têm para tirar dúvidas, lá estava Ivone, entre os alunos a “reaprender” a fazer escalas.
Assim, Ivone aprendeu que 1:2.000.000, significa 1 par de 2 milhões, ou seja, uma (1) unidade equivale a 2 milhões na realidade. Mas, para facilitar, ela também aprendeu que há outras leituras para esse número que geralmente usa escala em centímetros (cm). Assim, compreendeu que como 2 milhões é um algarismo enorme, é mais fácil dizer que 1 cm equivale a 20 km.

Uma jovem guria que apenas queria estudar

Filha de músicos e apaixonada pela melodia que embala os sonhos. No rádio de casa, ouvia os sucessos de Roberto Carlos, que se consolidava como cantor romântico na década de 70.
Nascida em Xaxim, no ano de 62, filha de Luiz e Antonia Nardi, a terceira entre os seis irmãos, morava no interior, na Linha Santa Lúcia, onde ajudava, desde criança, nos afazeres domésticos e da roça. Em casa, enquanto ajudava a mãe, ouvia o rádio – veículo de informação para toda família, num tempo em que a televisão ainda era desconhecida na região – e aprendia as letras do ídolo Roberto Carlos. Aos 11 anos acompanhava os lançamentos musicais que tocavam seus sentimentos. “Detalhes”, “a 300 km por hora”, “debaixo dos caracóis dos seus cabelos” faziam companhia em sua lembrança nos momentos em que caminhava para pegar a lotação e ir à escola na cidade de Xaxim, para onde iam os poucos jovens moradores do interior levados pela Toyota. Das canções, mal sabia ela que “Detalhes” faria parte de sua vida, ou melhor, contaria muito dela.
Já na 5ª série, os planos eram estudar cada vez mais. Porém, as dificuldades de transporte e os trabalhos de casa impediam cada vez mais a ida para a escola. A distância das caminhadas em meio ao mato fechado para esperar a condução era outro empecilho. Por fim, na metade do ano de 73, a jovem toma a decisão de parar os estudos. O sacrifício era grande, e muitas vezes perigoso para uma jovem, como andar sozinha pelas estradas cercadas de matas, de escuridão e do silêncio ensurdecedor que desperta os sentidos a cada estalar de folha, a cada cantar de pássaro em meio ás árvores.
Nesse mesmo ano em que interrompe os estudos, Ivone conhece Leodir Fachini, também com 11 anos. Amigos de infância começam a namorar aos 17 anos de idade. E no dia 1° de setembro de 1983, nas vésperas de Leodir completar 21 anos e, a dois meses de Ivone completar também os 21 anos, os dois se casam. Do matrimônio, três filhos chegam para completar a família: Fabiano, o mais velho; Juliano; e Katiane, a caçula.
Aos 24 anos de casada, “detalhes” fazem parte da vida da mãe e esposa Ivone. “Não adianta nem tentar me esquecer/ durante muito tempo em sua vida eu vou viver/. Detalhes tão pequenos de nós dois/ são coisas muito grandes pra esquecer/ e a toda hora vão estar presentes você vai ver/”.
E com o esposo, o jovem guri que conhecera aos 11 anos de idade, hoje conversa sobre o sonho que voltou a dar brilhos aos olhos castanhos mel da mulher que, prestes a completar 46 anos de idade, encontra nos livros um novo mundo de informações, que abandonara há tanto tempo.

De dona de casa a estudante

Como toda dona de casa, Ivone tem uma manhã agitada. Logo cedo, às seis da manhã, ao badalar do sino da Igreja Matriz de Romelândia, levanta para tomar chimarrão com o marido, antes que ele saia para o trabalho. Entre uma cuia e outra, o casal conversa sobre as atividades do dia, o tempo, os filhos, os estudos e se despedem. Da cozinha para o quarto, ela acorda o filho Juliano, o qual ajuda a se vestir, tomar café, escovar os dentes, calçar os tênis e, com um beijo doce de mãe, despede-se do filho que vai para o trabalho e, às vezes, para a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). Mas ainda tem a filha Katiane, de 12 anos, a quem prepara um copo de leite com chocolate e dá a benção e um beijo para que tenha uma ótima manhã de aula.
De cômodo em cômodo, recolhe as roupas para lavar. Limpa a casa. Lava a louça do café. Varre e passa pano nas calçadas da casa. Colhe tempero na própria horta e prepara o almoço com o melhor ingrediente colhido na horta da sabedoria: o amor de mãe. No fim da manhã, pega os cadernos para estudar.
Enquanto a filha guarda os materiais de estudo no quarto, num espaço separado, Ivone deixa os seus na cozinha, sobre uma cadeira, ao lado da mesa. Para a mãe-estudante, é mais fácil, pois a cada espaço de tempo entre um afazer e outro, pode parar para ler algumas páginas da apostila de geografia.
A família chega. O almoço é servido. A louça lavada e guardada. O filho arrumado para ir à APAE. E Ivone faz uma cesta. Minutos depois, de volta aos estudos.
Aos poucos, transforma a mesa da ceia da família em carteira escolar. De frente para a porta da cozinha, enquanto observa o leve vento balançar as poucas folhas da pitangueira e levar para longe o canto dos pássaros que se alimentam dos doces frutos, ela pega, do estojo, seu lápis preto, com ponta dos dois lados cuidadosamente feitas. Abre a apostila. Prepara o caderno. E começa a ler o capítulo sobre “biomas”. Enquanto viaja pelas páginas da fauna e flora brasileira, tropeça em conceitos, mas com esforço levanta e interage com a diversidade que observa da porta pra fora. Uma viagem interrompida pela filha, que se senta ao seu lado e, com a mãe, aprende uma grande lição: não há limites que não possam ser vencidos.
– Às vezes, a Kati vem e faz comigo os meus ‘temas de casa’ ou passa por aqui, e só dá uma olhada no que estou fazendo
A filha sai para brincar e deixa a mãe estudando. De longe, a mãe ouve os risos da filha e das amiguinhas. Por um instante, vê na filha aquela jovem menina que outrora era cheia de sonhos, mas precisou parar. Porém, não vê para a filha o mesmo caminho. Tem a certeza de que, com os esforços conjuntos com o marido, não vai ver a filha parar na metade do caminho do ensino. E vê, nos frutos do ventre, uma nova vida e muitas conquistas. Pessoas diferentes. Cidadãos que receberam a maior herança que uma mãe e um pai podem deixar aos filhos: estudo.
De volta aos livros, concentra-se e responde os questionários. Dever de casa feito, é hora de terminar os afazeres domésticos. Enquanto recolhe a roupa, conversa com a filha e as amigas que brincam sob a sombra do cinamomo no pátio. Dentro de casa, coloca as roupas sobre uma cadeira e retira da mesa o material de estudo. É hora de passar roupa e dar continuidade aos afazeres domésticos.

De volta à sala de aula

Quem gira? O sol ao redor da terra ou terra ao redor do sol? Estamos no norte ou no sul? Qual o maior pico do mundo? O que é um bioma? Questões assim são revistas com os alunos do Ensino Modularizado, que faz parte do programa Ensino de Jovens e Adultos (EJA) e atende mais de 80 alunos em Romelândia, no extremo oeste catarinense. Entre os alunos, Ivone, que viu na experiência da volta às aulas uma oportunidade de sorrir e conquistar novos horizontes.
Na sala, as coisas não são mais como na antiga escola da jovem Ivone. Na primeira aula, sentiu a nova experiência de, com o livro em mãos, escolher a “sua carteira”. A grande mudança está na disposição das carteiras, não mais em filas, mas em círculos. Todos podem se ver. Não há mais o primeiro e o último, pois agora são todos iguais. Estão em circulo partilhando experiências com o professor que procura criar interação entre os novos alunos.
– Me sinto bem na sala de aula. Somos todos amigos. Conversamos, rimos e ajudamos um ao outro. Além disso, fui muito corajosa. Já no primeiro dia de aula eu fiz até perguntas.
Com muito ânimo, Ivone pretende terminar o Ensino Fundamental e depois fazer o Ensino Médio. Está na primeira das sete disciplinas. Está adorando geografia e descobrindo um mundo de palavras a cada página da apostila xerocada, a qual cuida como filho, pois, no próximo semestre, outro aluno vai fazer uso das palavras impressas em preto e branco. A expectativa é grande para cursar língua portuguesa, matemática, ciências, história, arte e língua estrangeira.
– Quem diria. Eu que nunca tinha parado pra pensar sobre quem girava ao redor de quem vou aprender outra língua. Acho que não vou conseguir. Só se a Kati (filha) me ensinar o que ela sabe. Meu Deus, inglês é muito difícil!
E assim segue a jovem estudante. Com sua pasta preta debaixo do braço, vai em busca de novos horizontes vencendo desafios. E conta com a força de vontade, o sorriso da família, o esforço dos colegas e a dedicação do professor.
– Eu penso pro agora. Aprender pro agora. Num penso tanto no futuro. Penso em aprender… sei lá. Penso sempre no agora, pois é o agora que importa. Além disso, o professor relaciona o conteúdo da apostila com as notícias da TV. Ele fala das coisas que acontecem e viram notícia. Isso é importante. A gente aprender o que está acontecendo no mundo e onde moramos.

A cada aula, um novo aprendizado

– Nossa! Tem sempre um algo novo pra aprender. Eu estou adorando.
O novo conquista a aluna, que não se esquece de nenhuma das aulas. E as curiosidades que aprende na escola, leva para casa e partilha com a família.
Não esconde nada. Muito menos que não sabia, mas que agora sabe. E aos poucos espalha o conhecimento para as pessoas mais próximas. Filhos, esposo e vizinhas com quem toma chimarrão, no fim de tarde, perceberam mudanças nas conversas. Sempre que surge a oportunidade, Ivone ri do pouco que conhecia do mundo. Não julga o conhecimento dos outros, mas encontra, entre risos e pequenas palavras, uma forma de informar os outros.
Em uma noite clara, de céu estrelado, o professor levou todos os alunos para fora da sala de aula. Iam aprender sobre o movimento da terra, as estrelas, a lua, as estações.
– No dia que o professor chamou todo mundo pra ir lá pra fora a gente achou estranho. Mas foi uma ótima aula. Ficamos olhando o céu, as estrelas e ele (professor) explicando tudo pra gente. Foi muito interessante! Aula fora da sala, no meu tempo de aluna não tinha isso.

Colegas e amigos: exemplos de luta

No círculo da sala de aula, ao lado de cada um dos 15 alunos está um exemplo de perseverança. Homens e mulheres que dedicam parte de seu tempo para a busca do aprendizado que não tiveram oportunidade de conquistar quando jovens.
Para Ivone, o exemplo maior são aquelas pessoas que trabalham na roça. Para elas, o tempo de estudo é menor, devido as tarefas pesadas que realizam no campo. Das mãos calejadas que trocam a enxada pela caneta, surgem palavras que se transformam em frases e em conhecimento. E nestes colegas que encaram com dedicação a sala de aula, após um dia de trabalho pesado, é que Ivone vê o esforço que vai além de compreender a matéria, mas de manter os olhos abertos. Assim, com disposição e esforço de todos, as aulas são transformadas em um momento de compreensão, união de esforços, dedicação, colaboração entre colegas, distração e, é claro, de aprendizado.
– Não sei que momento eles têm para estudar. Levantam cedo para tirar leite, vão cuidar das plantações, dos animais e as mulheres ainda cuidam da casa, do almoço, dos filhos. Não param o dia todo.
O Ensino de Jovens e Adultos atende 86 alunos. São seis turmas divididas entre as da cidade e as do interior, que ficam no município de São Jorge. Em Romelândia, 30 alunos freqüentam as aulas do ensino fundamental, divididos em duas turmas e orientados pelos professores Laudir e Leandro, além da turma de 14 alunos do ensino médio, orientada pela professora Denise. Em São Jorge, são duas turmas do ensino fundamental, com 27 alunos e uma turma de ensino médio, com 14 alunos. Todos orientados pelos professores da cidade.
Entre os estudantes, a idade não é padrão. O mais jovem aluno tem 18 e, a aluna com mais idade tem 67. É nestas pessoas que Ivone encontra forças a cada dia, pois partilham do mesmo sonho: o conhecimento e o reconhecimento.

Nem tudo é mil maravilhas

O fim de tarde vai caindo em Romelândia, onde vivem 5 mil “filhos” da terra de Romeu. O vento minuano balança as bonecas de milho, que ficam ao lado dos pés de alface, de cebolinha verde e das escassas salsinhas. O vento traz os aromas dos chás e temperos da horta de dona Ivone, que sentada na calçada de casa, com os pés para fora, alcançando as britas da garagem, conta sobre o dia-a-dia de uma mulher que enfrenta barreiras e muito trabalho para estudar. Ao lado da mãe, a filha Katiane, arrumando o cabelo e folheando uma revista.
– Aqui em casa precisam levar mais a sério os meus estudos. A Kati, às vezes, vem dizendo que já sabia isso que eu estou contando.
– Mas é que ela conta mil vezes.
– Não conto mil vezes. É que você e o pai às vezes riem do que eu conto.
– Mas é que ela chega da escola e conta tudo que aprendeu. No outro dia, ela conta de novo e quando vai estudar ela chama pra ajudar, mas não quer ouvir o que a gente fala.
– Também, vocês não entendem. Não é fácil aprender ou decorar tudo nessa idade, ainda mais pra quem está há tanto tempo sem estudar. Parece que na hora a gente lembra de tudo, mas depois parece que vai esquecendo. É muita coisa. Você já viu o tamanho da apostila?
Aos poucos a família reconhece na mãe e esposa uma batalhadora. Uma mulher que passo a passo busca vencer as dificuldades e as provações que a vida lhe impõe. A maior delas, com certeza, não são os estudos, mas a dificuldade que teve e tem de criar, junto com o marido Leodir, o filho excepcional, Juliano, que nasceu em fevereiro de 1990.
As forças do casal foram dedicadas ao filho. O trabalho dobrado e o dinheiro investido em tratamentos.
– Mas graças a Deus com o esforço todo que a gente teve, hoje o Juliano está bem. Um médico disse que se não tivéssemos feito tudo o que podíamos, a situação do Ju poderia ser bem diferente do que é hoje.
Juliano, aos 18 anos de idade, está aprendendo aos poucos a escrever. Não sozinho, mas com a ajuda de professores da APAE e da mãe, que não mede esforços para ensinar o filho.
– O Ju não escreve sozinho, precisa ir falando as letras e fazendo associações. Esse é o “A” de “Amor”. O “I” de “Ivone”, que é o nome da mãe.
À mesa enquanto Ivone estuda, Juliano, muitas vezes, senta-se ao lado. Enquanto mãe lê sobre geografia, o filho fica rabiscando folhas de caderno ou faz desenhos. Mas a mãe não resiste e começa a pedir para o filho escrever nomes da família, de amigos, do trabalho. Mas para isso, interrompe as leituras e dita letra por letra, enquanto faz associações, de diversos nomes para que o filho escreva.
Nas segundas-feiras, horas antes de ir para a escola, Ivone enfrenta uma correria para poder sair de casa. Espera o filho Juliano chegar da APAE e organiza tudo para ele. Ajuda no banho. Separa as roupas. Arruma o jantar ou um lanche para o filho. Dá orientações para a filha que vai ficar em casa e, muitas vezes, sai antes do marido chegar do trabalho.
Ao retornar da escola, por volta das onde da noite, encontra a família toda dormindo. Às vezes, o marido está acordado, esperando por ela.

O tempo diminuiu

Antes dos estudos, Ivone tomava chimarrão nas vizinhas todas às tardes, ou recebia visitas em casa. Agora, divide o tempo entre família, serviços de casa, amigas e estudo.
– Não dá mais tempo para sair. Tem vezes que passo a semana inteira sem ir tomar um chimarrão na minha vizinha de frente de casa, a dona Tereza.
Agora, de volta à escola, Ivone passa a tarde toda em casa, estudando. Lê e relê as lições de geografia. E para o caderno, copia os exercícios de cada capítulo da apostila enquanto pesquisa as respostas.
– Como tem que devolver a apostila no fim do semestre, tem que copiar tudo para o caderno. São muitos os exercícios e dá até dor na mão.
Para a vaidade feminina, o tempo também diminuiu. Quando não dá para ir ao salão de beleza, arruma-se em casa.
– Eu ajudo a Kati a fazer a unha dela. Só uma ajudinha, pois ela já sabe fazer sozinha, e muito bem feita. Aí eu aproveito e faço a minha também, já que no salão é difícil ir por falta de tempo, além de estar sempre lotado e ter que marcar horário com antecedência.
Ivone acostuma-se aos poucos com a nova vida de estudante. A rotina mudou. Mas os gostos não foram esquecidos. Se não dá para tomar chimarrão com as vizinhas, ela arruma e toma durante o estudo. Quando quer mais silêncio, para ler os capítulos da próxima aula, vai com a apostila para o quarto. Senta-se na cama, confortada pelos travesseiros e com uma coberta nos pés, quando está frio. Lê os textos, anota as dúvidas e na próxima segunda-feira está lá, na escola, às sete horas da noite, pronta para tirar dúvidas e rever o conteúdo com colegas e professor.

Autor: Fabiano Fachini
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8 pensamentos sobre “Perfil: de volta aos bancos escolares

  1. Faibis!!!!Não nos encontramos mais nessa PUC hein!!! Peguei essa aula de noite….tsc tsc tsc já era nossa fase graduística!!!! heheheheTd bem por aí??? Faz tempo que eu li seu blog mas acabeu não deixando recadinhos….A prática observacional sentimentalística é algo que vc deve continuar praticando! Sempre! Na minha opinião, gentes humanas são muito mais que aspas!Beijos

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  2. Faibis!!!!Não nos encontramos mais nessa PUC hein!!! Peguei essa aula de noite….tsc tsc tsc já era nossa fase graduística!!!! heheheheTd bem por aí??? Faz tempo que eu li seu blog mas acabeu não deixando recadinhos….A prática observacional sentimentalística é algo que vc deve continuar praticando! Sempre! Na minha opinião, gentes humanas são muito mais que aspas!Beijos

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  3. Oiiii,Fiquei emocionada ao ler o texto sobre sua mãe.Quisera q todas as mães pudessem ler um dia uma texto tão verdadeiro escrito por seus próprios filhos…Parabés à vc pela sincera demonstração de afeto por sua batalhadora mãe e Parabéns pra Ivone por ter criado tão bem vc e seus irmãos.Abço e sucesso.

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  4. Loide, obrigadoObrigado por ler o texto, por comentar e por deixar essas belas palavras.Se todos os filhos não puderem escrever, que ao menos possam abraçar com carinho a mãe e sentirem os olhos lacrimejarem a cada sorriso de saudade ao lembrarem dela, seja pela distancia ou pela partida.té kaisfachini

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