GP do Brasil – Eu até que já gostei mais de F1

Não sou um especialista em Fórmula 1, talvez a morte de Ayrton Senna tenha me afastado um pouco das pistas.
Lembro que acompanhava, quando criança, as corridas do Senna pela televisão, junto de meus pais. Também de tios e alguns amigos da família.
Mas depois… sei lá, parece que a simpatia, o carinho e o amor pelas pistas, por aqueles carros em alta velocidade se perdeu no caminho.
Hoje ainda assisto, e o gosto pelas corridas tem tomado um espaço um pouco maior dentro de mim. Não sou fã, tipo aquele de carteirinha: acompanha, assiste, sabe, conhece, entende… Mas assisto, dentro de minhas limitações, as corridas mais importantes; as largadas e finais de prova; procuro rever ultrapassagens… mas paro por aí.
Com a final do GP do Brasil de F1 acontecendo aqui, do nosso lado, e ainda com essa possibilidade de resultados… confesso que devo estar ligado na TV. Com uma observação: desde que desmarquem o churrasco, senão…
E para dizer que não perdeu a viagem, lendo só minhas opiniões e especulações… olha que interessante, para quem é interessado por números:
  • um carro de F1 é equipado com 130 sensores;
  • 2,31 segundos foi o pit stop mais rápido;
  • 200 mil litros é o volume de combustível para testes e corrida que as equipes utilizam e há mais de 50 combinações para diferentes circuitos;
  • 160.000 quilômetros é o que as escuderias viajam durante o ano, o que daria para dar a volta ao mundo 4 vezes;
  • 350 km/h é a maior velocidade já alcançada por um carro de Fórmula 1;